Olá a todos!
Mais de mês, não é?
Bem, não tinha nenhum assunto sobre o qual eu queria falar, então não falei nada!
Mas outro dia tava passeando pela internet e vi um artigo de uma mulher dizendo que hoje em dia pessoas dizem que as mulheres e o feminismo já conseguiram tudo o que queriam, mas a autora apontava certas situações do dia a dia em que é possível perceber que isso não é verdade. Bem, no final do artigo ela pediu para as outras pessoas comentarem sobre experiências próprias e tudo mais. Vários dos exemplos dados ali eu fiquei surpresa. Nada de muito exagerado aconteceu comigo e eu mesma não sou feminista a ponto de me importar com coisas pequenas. Onde trabalhei era tudo comandado e decidido por mulheres. Talvez tenha sido uma excessão a regra, mas aconteceu assim.
De qualquer jeito, o que eu queria comentar era outra coisa.
O discurso das feministas é sempre que as mulheres precisam ser respeitadas como iguais aos homens e elas têm o direito de fazer todas as coisas que eles fazem, receberem salários iguais, e tudo o mais. Todo mundo conhece essa história.
Mas eu queria falar sobre o meu ponto de vista no assunto. Que eu acho que é um pouco diferente.
O meu ponto é que não adianta querermos ser respeitadas como iguais, porque somos diferentes. Tanto fisicamente quanto psicologicamente falando. Talvez essas diferenças tenham surgido a partir do machismo, mas ainda assim, até que a próxima evolução faça efeito e sejamos fisicamente e psicologicamente iguais, eu acho meio absurdo batermos na mesma tecla de que "somos todos iguais", porque simplesmente não somos.
Então, o meu ponto é que não devemos ser respeitadas como iguais, mas como diferentes.
É interessante porque sempre vejo pessoas dizendo que os homens não viam as mulheres com respeito porque eles consideravam os trabalhos que elas faziam (cuidar da casa e dos filhos) como inferiores ao que eles faziam. E o que nós mulheres fizemos? Nós concordamos! Porque ao invés de tentar convencê-los de que esse era um trabalho tão importante quanto cuidar da economia mundial, nós resolvemos então nós mesmas saírmos de casa e trabalhar fora. E eu pergunto, o que isso indica? Indica que nós concordamos em gênero, número e grau. Cuidar da casa e dos filhos realmente não é um trabalho que merece respeito.
Então fomos a busca de respeito, largamos os nossos trabalhos e a cada dia procuramos provar que somos tão homens quanto os homens. E provamos que conseguimos dar conta dos trabalhos deles tão bem ou melhor do que eles.
Não me entendam mal, eu acho que o feminismo foi importante, as mulheres não tinham quase direito nenhum e estavam desprotegidas se não fossem casadas. E o feminismo lutou contra isso. Mas acho que nessa luta nós mulheres esquecemos de coisas importantes, e eu acho que já está na hora de lembrar delas de novo.
Não sei, talvez algumas pessoas considerem o meu pensamento machista, mas eu não acho. Eu não vejo porque cuidar da casa e dos filhos é degradante. Cada um tem seu papel na sociedade e contando que eu possa escolher qual papel eu quero fazer, porque não? Entendo perfeitamente que existem mulheres que não querem isso para elas, não querem cuidar da casa e dos filhos, têm outros sonhos e desejos, mas às vezes sinto como se as feministas se sentissem agredidas quando uma mulher resolve deixar o sustento dela mesma a cargo do marido, enquanto ela cuida da casa e da família. Em certas situações realmente isso não funciona, mas se em outras funciona, porque achar ruim?
No fim das contas, acho que estamos chegando numa fase da história em que os extremismos simplesmente não funcionam mais. Temos que batalhar para encontrar um equilílibrio, onde todos possam pelo menos chegar mais perto daquilo que querem, sem precisar mover montanhas para isso, ou lutar contra a maré...
Bem, era só isso. Não sei se ficou muito claro. Qualquer coisa eu falo de novo sobre o assunto depois, tentando me esclarecer melhor.
Quanto ao artigo que li, não lembro onde foi nem quem foi, e estou com preguiça de procurar, mas se alguém fizer muita questão, eu acho que consigo achar de novo.
Beijos e até a próxima!
Akiko, não tão feminista nem tão machista.
Eu concordo com você. Acho que no final das contas, existindo respeito e realização, toda escolha é válida, pq cabe a cada um saber o que te faz feliz, não é mesmo?
ResponderExcluirPs: até conversamos sobre isso outro dia!
Beijão!
Continue firme e forte com o blog!
Concordo com vc, moça =) Acho que cada um tem que ter a liberdade de escolher como ser feliz. Mesmo porque se as pessoas fossem iguais e tivessem o mesmo conceito de felicidade o mundo só teria administradores que vao pro buteco na sexta.
ResponderExcluirhehehehe *maldade*
Parabens pelo blog, tá ótimo
Beijocas!