sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Eu e o mar

Boa tarde!

Aqui está o meu primeiro post no meu blog!

Tudo bem, a história é o seguinte: desde criança eu tenho uma certa fascinação pelo mar, pela praia. É tudo muito bonito. O céu azul, o mar, na maioria das vezes, azul (outras ele tá cinza, ou marrom), as ondas quebrando na praia e os nadadores quebrando elas sem dificuldade nenhuma.

Eu tenho uma longa história com o mar. E ao longo dos anos eu desenvolvi duas teorias:

1) o mar me ama
ou
2) o mar me odeia

Deixe eu explicar.

A primeira vez que fui pra praia, eu tinha por volta de 6 anos. Entrei na água com o meu pai me segurando de um lado e um tio do outro. As ondas quebravam na cintura deles, o que significa que elas passavam por cima da minha cabeça. Ou seja, levei uma série de caldos consecutivos, porque só tinha tempo pra tomar fôlego e me preparar para o próximo caldo. Eventualmente minha mãe viu, mandou meu pai me tirar da água, e tirou o couro dele logo em seguida.

Mas isso não me desanimou de forma alguma. Por volta dos 13 anos, voltei pra praia. E voltei a nadar. Dessa vez entrei sem ninguém me segurar pelas mãos (ia ser ridículo, se fosse de outra forma). Na primeira onda levei um caldo que demorei uns 30 segundos tentando descobrir que lado era pra cima e que lado era pra baixo. Eventualmente meu pai me pescou de volta pra cima.

Mas ainda assim, perseverei! Por volta dos 20 anos fui pra praia de novo! E nadei de novo! E fui levada pela correnteza. Tive que ser rebocada de volta para a areia pelo meu então namorado.

Depois desse dia eu desisti. Não completamente. Não falei "Nunca mais volto pra praia!" E sim, "Tudo bem, de agora em diante, vou só ficar sentada na areia tomando um solzinho e observando as ondas."

Parece o plano perfeito, não é? Não foi.

Nessas férias fui novamente para a praia. Manti minha promessa: não entrei na água.
E queimei o meu pé no sol tão bem queimado, que ele inchou e nenhum dos sapatos que eu tinha levado comigo pra praia serviam nele mais. Além da vermelhidão cor de catchup. E a dor.
Ah, a dor. Porque não só ardia, como doía toda vez que eu encostava o pé no chão. Ah, e o calor emanado por ele talvez não desse pra fritar um ovo, mas dava pra cozinhar ele um pouquinho. Já tem quase uma semana que o meu pé se queimou, e agora ele está mais ou menos voltando ao normal. Mas ainda dói, ainda fica quente de vez em quando, e ainda tá vermelho, mas não igual catchup.

Entenderam de onde surgiram minhas teorias?

Mas nessas férias, aprendi a lição: a próxima vez, eu vou pra piscina.

Beijos, até a próxima!
Akiko

Um comentário:

  1. Não desista, pequena menina! Ainda vamos achar a praia perfeita pra sobreviver às férias! Hehehe.
    Ainda bem que seu pé tá melhorando. Queimadura de sol é muito ruim, né... Mas pelo menos passa logo.
    Gostei do seu estilo de prosa =)
    Beijocas! Vejo vc mais tarde! =D

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